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	<title>G.A.C. Brasil</title>
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	<description>Consultoria de gestão estratégica da inovação</description>
	<lastBuildDate>Fri, 13 Mar 2026 11:54:34 +0000</lastBuildDate>
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		<title>P&#038;D orientado por evidências: o caminho estratégico para utilizar a Lei do Bem</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/pd-orientado-por-evidencias-o-caminho-estrategico-para-utilizar-a-lei-do-bem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Monizeh SHUMISKI]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 17:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para sustentar o uso da Lei do Bem com previsibilidade, as empresas precisam tratar o incentivo como consequência de uma gestão madura de P&#38;D. O ponto central é simples: projetos precisam estar bem planejados, bem documentados e bem governados, com indicadores que comprovem impacto real. Quando esses pilares estão em pé, a discussão deixa de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">Para sustentar o uso da Lei do Bem com previsibilidade, as empresas precisam tratar o incentivo como consequência de uma gestão madura de P&amp;D. O ponto central é simples: projetos precisam estar bem planejados, bem documentados e bem governados, com indicadores que comprovem impacto real. Quando esses pilares estão em pé, a discussão deixa de ser defensiva e passa a ser técnica, objetiva e segura.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">P&amp;D estratégico</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O primeiro passo é organizar o P&amp;D a partir da estratégia do negócio. Em vez de selecionar iniciativas apenas pelo potencial de enquadramento, o portfólio deve nascer de desafios tecnológicos conectados às prioridades da empresa — produtividade, eficiência, qualidade, digitalização, escalabilidade ou diferenciação de produto. Essa conexão fortalece a lógica do projeto e melhora a consistência do relato técnico, pois deixa claro “por que” o desenvolvimento aconteceu e qual valor ele pretende capturar.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Documentações organizadas</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na sequência, vem a disciplina de documentação. O que costuma fragilizar empresas em fiscalizações não é a ausência de inovação, e sim a falta de um registro técnico que permita demonstrá-la com método. O ideal é que cada projeto tenha um encadeamento simples e auditável: desafio tecnológico, incerteza ou risco, abordagem escolhida, testes e experimentos realizados, iterações, decisões técnicas e resultados obtidos. Não se trata de produzir textos longos — trata-se de registrar evidências de forma replicável, com rastreabilidade suficiente para sustentar o enquadramento.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Indicadores bem definidos e acompanhados</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Indicadores também precisam entrar cedo. Muitas empresas deixam para “medir depois”, e aí acabam com resultados estimados, pouco comparáveis ou difíceis de provar. A prática recomendada é definir métricas já na abertura do projeto e acompanhá-las ao longo do desenvolvimento: ganhos de produtividade, redução de tempo de ciclo, aumento de rendimento, queda de perdas, melhoria de performance, confiabilidade, eficiência energética ou qualquer outro indicador que traduza competitividade. Quando P&amp;D mede bem, o projeto se defende melhor — tecnicamente e estrategicamente.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Governança robusta</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O quarto elemento é governança: papéis claros, processos definidos e trilhas de auditoria organizadas. É aqui que muitas organizações ganham (ou perdem) segurança. Fluxos de aprovação, controle de escopo, registro de decisões, rastreamento de horas técnicas e segregação de despesas por projeto precisam estar integrados à rotina. A consistência operacional é o que sustenta a consistência fiscal.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A </span><b><span data-contrast="auto">G.A.C. Brasil</span></b><span data-contrast="auto"> ajuda empresas a transformar a Lei do Bem em um processo estruturado, com menos improviso e mais método. Atuando na organização do pipeline de P&amp;D e na conexão com a estratégia, na definição de modelos de documentação técnica e na construção de evidências alinhadas ao que a fiscalização costuma exigir. Também apoia a implantação de indicadores e rotinas de acompanhamento, além de fortalecer a governança com fluxos, responsabilidades, trilhas de auditoria e organização do dossiê técnico do projeto — reduzindo risco e aumentando previsibilidade.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na prática, empresas que tratam a Lei do Bem como um sistema de gestão — e não como um fechamento anual — conseguem mais segurança, mais consistência e mais capacidade de demonstrar valor. E é isso que sustenta o benefício ao longo do tempo: planejamento, evidência, indicadores e governança funcionando juntos, com suporte especializado para manter o padrão, projeto após projeto.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Gostaria de obter a parceria da G.A.C. nesse processo? </span><a href="https://www.group-gac.com.br/contato/"><span data-contrast="none">Clique aqui</span></a><span data-contrast="auto"> e agende uma reunião. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>ICTs na captação de recursos: a parceria que deixa seu projeto de P&#038;D mais financiável</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/icts-na-captacao-de-recursos-a-parceria-que-deixa-seu-projeto-de-pd-mais-financiavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Caroline RODES]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 13:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[GACbrasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É comum times de P&#38;D viverem a mesma cena: o projeto é tecnicamente sólido, o roadmap faz sentido, os riscos foram mapeados e o potencial de impacto é evidente. Mesmo assim, quando chega a hora de disputar um edital ou uma linha de financiamento à inovação, a proposta não avança como deveria. Na prática, não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É comum times de P&amp;D viverem a mesma cena: o projeto é tecnicamente sólido, o roadmap faz sentido, os riscos foram mapeados e o potencial de impacto é evidente. Mesmo assim, quando chega a hora de disputar um edital ou uma linha de financiamento à inovação, a proposta não avança como deveria. Na prática, não basta ser uma boa ideia, o que costuma diferenciar projetos aprovados é a combinação de robustez técnica, evidências de validação, capacidade de execução e governança bem amarrada.</p>
<p>Nesse ponto, as ICTs (Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação) entram como vantagem competitiva real. Em muitos instrumentos no Brasil, a parceria com ICT aumenta a elegibilidade e a competitividade do projeto. Há chamadas em que a cooperação é obrigatória — e outras em que a participação da ICT no conteúdo do projeto pesa como critério relevante para apoio e condições de financiamento. Para o avaliador, isso sinaliza que o projeto não depende apenas da capacidade interna da empresa, mas também de uma base científica e técnica capaz de sustentar as decisões do plano de trabalho.</p>
<p>Além do enquadramento, a ICT reduz risco tecnológico. Acesso a laboratórios, pesquisadores, métodos de validação e infraestrutura de P&amp;D fortalece a evidência do que está sendo proposto e melhora a qualidade do “como” o projeto será executado. Em termos bem objetivos: a narrativa da proposta fica mais consistente com o que pode ser provado, medido e repetido — exatamente o tipo de segurança que financiadores buscam ao avaliar inovação.</p>
<p>Outro efeito importante é a alavancagem. Parcerias com ICTs podem viabilizar modelos de cofinanciamento e arranjos com unidades credenciadas, elevando a percepção de capacidade de execução e reduzindo a dependência de uma única fonte de recursos. E, do lado da governança, as ICTs ajudam a estruturar propriedade intelectual, regras de cooperação e contratos com mais segurança jurídica, usando instrumentos previstos no Marco Legal de CT&amp;I. Isso diminui o risco de travas durante a execução, o que também pesa na análise de fomento.</p>
<p>No fim, a parceria com ICT não deve ser tratada como “item do edital”. Para P&amp;D, ela funciona melhor quando é parte do desenho do projeto, desde o início, ajudando a transformar um bom desenvolvimento em um projeto mais financiável: mais robusto, mais validável, com menor risco e com governança clara. Em um ambiente de alta competição por recursos, essa diferença costuma ser decisiva.</p>
<p>Quer saber como fortalecer os seus projetos com uma ICT? <a href="https://www.group-gac.com.br/contato/">Clique aqui</a> e entre em contato.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Editais Finep: a importância do planejamento técnico e financeiro para ganhar velocidade</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/editais-finep-a-importancia-do-planejamento-tecnico-e-financeiro-para-ganhar-velocidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Caroline RODES]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 13:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
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		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Finep anunciou, no início de fevereiro, um novo ciclo de editais de subvenção econômica com R$ 3,3 bilhões destinados a fortalecer a inovação no setor industrial. A iniciativa está alinhada às diretrizes da Nova Indústria Brasil (NIB) e representa uma das maiores oportunidades recentes de fomento à inovação tecnológica no país. Os recursos disponíveis [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.finep.gov.br/">Finep</a> anunciou, no início de fevereiro, um novo ciclo de editais de subvenção econômica com R$ 3,3 bilhões destinados a fortalecer a inovação no setor industrial. A iniciativa está alinhada às diretrizes da Nova Indústria Brasil (NIB) e representa uma das maiores oportunidades recentes de fomento à inovação tecnológica no país.</p>
<p>Os recursos disponíveis representam uma oportunidade concreta para:</p>
<ul>
<li>Acelerar o desenvolvimento tecnológico;</li>
<li>Reduzir riscos financeiros em projetos inovadores;</li>
<li>Fortalecer a competitividade industrial.</li>
</ul>
<p>Para profissionais das áreas financeira e de P&amp;D, o momento exige estratégia, planejamento e agilidade, pois grande parte dos editais operará em fluxo contínuo, modelo em que propostas bem estruturadas e submetidas com rapidez tendem a sair na frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fluxo contínuo: por que a preparação antecipada é decisiva?</strong></p>
<p>Diferentemente de chamadas com prazo fixo e julgamento simultâneo, o fluxo contínuo avalia projetos conforme são submetidos, até o esgotamento dos recursos.</p>
<p>Isso significa que projetos bem estruturados têm uma vantagem competitiva significativa no processo de avaliação. Para isso, a maturidade técnica da solução precisa estar claramente demonstrada, com evidências consistentes que comprovem o estágio de desenvolvimento tecnológico. Além disso, a coerência entre o plano técnico, o orçamento apresentado e as metas apresentadas é determinante para transmitir credibilidade e viabilidade à proposta. Por fim, a aderência às missões estratégicas da Nova Indústria Brasil não é apenas um diferencial, mas um critério central de avaliação, que pode influenciar diretamente a aprovação e a priorização do projeto.</p>
<p>Para áreas financeiras, isso implica modelagem robusta, projeções consistentes e justificativas detalhadas dos custos subvencionáveis.<br />
Para P&amp;D, exige clareza no roadmap tecnológico, comprovação de TRL e evidências de capacidade técnica.</p>
<p>Ou seja, não se trata apenas de ter um bom projeto — é necessário saber estruturá-lo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quer estruturar seu projeto com mais competitividade?</strong></p>
<p>A G.A.C. Brasil pode apoiar sua empresa do enquadramento estratégico, passando pela estruturação técnica e financeira à submissão final, aumentando a velocidade e reduzindo riscos de inconsistência.</p>
<p>Fale com nossos especialistas e prepare sua empresa para aproveitar este novo ciclo de subvenção da Finep.</p>
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		<item>
		<title>A evolução da Lei do Bem: novos desafios e oportunidades para a inovação no Brasil</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/a-evolucao-da-lei-do-bem-novos-desafios-e-oportunidades-para-a-inovacao-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Caroline RODES]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 18:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[GACbrasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Lei do bem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lei do Bem, sancionada há mais de 20 anos, continua sendo um pilar fundamental para fomentar a inovação tecnológica no Brasil, através de incentivos fiscais para empresas que investem em Pesquisa e Desenvolvimento (P&#38;D). No entanto, em 2026, o cenário mudou: novos desafios e oportunidades surgem, impactando como as empresas podem se beneficiar dessa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.group-gac.com.br/lei-do-bem">Lei do Bem</a>, sancionada há mais de 20 anos, continua sendo um pilar fundamental para fomentar a inovação tecnológica no Brasil, através de incentivos fiscais para empresas que investem em Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D). No entanto, em 2026, o cenário mudou: novos desafios e oportunidades surgem, impactando como as empresas podem se beneficiar dessa legislação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que mudou na Lei do Bem?</strong></p>
<p>O governo tem trabalhado para melhorar a governança e aumentar a rastreabilidade dos incentivos fiscais, com isso, em 2025, o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou mais controle na gestão dos benefícios, resultando na obrigatoriedade de declaração da Lei do Bem na DIRBI (Declaração de Informações Econômico-Fiscais).</p>
<p>Em complemento, ainda em 2025, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) implementou mudanças significativas no FormP&amp;D. Entre elas, a inclusão obrigatória de informações sobre a maturidade tecnológica dos projetos, agora detalhada pelo TRL (Technology Readiness Level), e a exigência de anexos que provem a execução dos projetos, como planilhas de alocação de colaboradores e notas fiscais. Essas mudanças visam garantir a transparência e a integridade dos processos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aumento da exigência e impacto real nos negócios</strong></p>
<p>O processo de análise e aprovação dos projetos também passou por modificações. A partir de 2026, as avaliações de projetos serão mais ágeis, com o MCTI buscando concluir as análises de 2023 e 2024 durante 2026, o que promete tornar o processo mais eficiente, beneficiando as empresas com mais previsibilidade.</p>
<p>Entretanto, com a evolução da Lei do Bem, é necessário entender que não se trata mais apenas de reduzir a carga tributária, mas também de apresentar resultados concretos, como a criação de novos produtos, o aumento da competitividade ou a geração de empregos. O governo agora quer ver o impacto real dos projetos de inovação no desenvolvimento econômico do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como se preparar para o novo cenário?</strong></p>
<p>Com o aumento da exigência de documentação, as organizações devem garantir que suas práticas de P&amp;D sejam bem estruturadas, com uma gestão de inovação forte e governança eficiente, o que inclui a implementação de sistemas robustos para gerenciar a alocação de recursos e resultados dos projetos, bem como o monitoramento contínuo da maturidade tecnológica (TRL).</p>
<p>Ou seja, é fundamental que as empresas adaptem suas práticas de inovação para estarem em conformidade com as novas exigências, garantindo o preenchimento correto da DIRBI e do FormP&amp;D, evitando problemas fiscais e proporcionando máximo aproveitamento dos incentivos.</p>
<p>Em 2026, a Lei do Bem continua sendo uma excelente oportunidade para as empresas brasileiras que investem em inovação. A evolução da legislação traz desafios, mas também abre portas para um cenário mais transparente e eficiente, onde a competitividade das organizações será diretamente influenciada pela capacidade de gerar valor através da inovação.</p>
<p>Com as modificações, as empresas precisam se adaptar às novas exigências e aproveitar ao máximo os benefícios fiscais disponíveis. Para isso, contar com consultorias especializadas, como a G.A.C. Brasil, pode ser um diferencial importante para estruturar e otimizar o processo de P&amp;D, garantindo sucesso no cumprimento das obrigações fiscais e maximizando o retorno sobre o investimento em inovação.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lei do Bem em 2026: do benefício fiscal à geração de valor real</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/lei-do-bem-em-2026-do-beneficio-fiscal-a-geracao-de-valor-real/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Caroline RODES]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 13:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[GACbrasil]]></category>
		<category><![CDATA[GACGroup]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Lei do bem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lei do Bem continua ativa em 2026, mas o ambiente regulatório e institucional que a cerca passou por transformações importantes. Com a publicação da Lei Complementar 224/2025 e da Instrução Normativa 2.305/2025, o recado foi claro: o incentivo foi preservado, mas a lógica de avaliação mudou. &#160; O novo momento da Lei do Bem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.group-gac.com.br/lei-do-bem/" target="_blank" rel="noopener">Lei do Bem</a> continua ativa em 2026, mas o ambiente regulatório e institucional que a cerca passou por transformações importantes. Com a publicação da <strong>Lei Complementar 224/2025</strong> e da <strong>Instrução Normativa 2.305/2025</strong>, o recado foi claro: <em>o incentivo foi preservado, mas a lógica de avaliação mudou</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>O novo momento da Lei do Bem</strong></h5>
<p>Apesar de a Lei do Bem ter sido excluída do corte linear de 10% sobre incentivos federais, sua continuidade dependerá cada vez mais da <strong>capacidade das empresas de comprovar impacto real</strong>, por meio de <strong>indicadores sólidos, governança estruturada e conexão clara com a estratégia de negócio</strong>.</p>
<p>A <strong>fiscalização técnica está mais exigente</strong>, e os benefícios tendem a ser avaliados pelo que geram de valor — e não apenas pelo que economizam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Valor, evidência e planejamento: pilares da nova fase</strong></h5>
<p>Para manter a previsibilidade e segurança no uso da Lei do Bem, é essencial <strong>revisar os fundamentos da sua aplicação</strong>. Isso significa:</p>
<ul>
<li><strong>Planejamento estratégico de P&amp;D</strong> conectado aos objetivos da empresa;</li>
<li><strong>Documentação técnica consistente</strong>, com metodologia clara e replicável;</li>
<li><strong>Indicadores de desempenho</strong> que evidenciem ganhos de produtividade e competitividade;</li>
<li><strong>Governança bem definida</strong>, com papéis, responsabilidades e trilhas de auditoria bem estabelecidas.</li>
</ul>
<p>A improvisação deixou de ser uma opção viável. Projetos bem fundamentados são os que terão espaço nesse novo cenário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Oportunidade de se aprofundar: participe do nosso webinar</strong></h5>
<p>Para apoiar empresas que utilizam ou pretendem utilizar a Lei do Bem, a G.A.C. Brasil promove o webinar gratuito:</p>
<p><strong>Lei do Bem em 2026: da economia tributária à geração de valor</strong></p>
<p>📅 29 de janeiro<br />
🕑 15h<br />
🎙️ Com Rodrigo Miranda (CEO) e Julliana Gama (Gerente Técnica de Fomento)</p>
<p>Durante o evento, serão abordados temas como:</p>
<ul>
<li>O que muda com a LC 224/2025 e a IN 2.305/2025;</li>
<li>Como alinhar projetos de inovação à estratégia e gerar valor real;</li>
<li>Boas práticas de governança, evidência e indicadores para sustentar o incentivo;</li>
<li>Dicas práticas para enfrentar o novo nível de exigência técnica da Receita Federal.</li>
</ul>
<p>👉 <a href="https://inovacao.group-gac.com.br/webinar-lei-do-bem-em-2026" target="_blank" rel="noopener"><strong>Inscreva-se agora</strong></a> e prepare sua empresa para navegar com segurança na nova era da Lei do Bem.</p>
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		<title>Como transformar ideias de 2025 em projetos aprovados em 2026</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/como-transformar-ideias-de-2025-em-projetos-aprovados-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Caroline RODES]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 17:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[GACbrasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>2026 está se aproximando, e com ele surgem novas oportunidades de inovação, desenvolvimento e crescimento para as empresas. Nesse contexto, para os profissionais de Pesquisa e Desenvolvimento (P&#38;D), é hora de olhar para o futuro e pensar em como transformar ideias criativas e disruptivas em projetos sólidos e aprovados. Mas afinal, como transformar uma ideia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="136" data-end="712">2026 está se aproximando, e com ele surgem novas oportunidades de inovação, desenvolvimento e crescimento para as empresas. Nesse contexto, para os profissionais de Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D), é hora de olhar para o futuro e pensar em como transformar ideias criativas e disruptivas em projetos sólidos e aprovados. Mas afinal, como transformar uma ideia promissora em um projeto real e aprovado em 2026? Vamos, portanto, explorar os passos essenciais para garantir que suas ideias de 2025 não fiquem apenas no papel, mas evoluam para iniciativas de sucesso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h5><strong> Planejamento estratégico: o início de tudo</strong></h5>
</li>
</ol>
<p data-start="767" data-end="1132">O primeiro passo para transformar qualquer ideia em um projeto bem-sucedido é garantir que você tenha um planejamento estratégico claro. Isso significa que, para os profissionais de P&amp;D, é necessário começar com um mapeamento detalhado da ideia: quais problemas ela resolve? Quais benefícios ela oferece? Qual é o impacto potencial na indústria ou no mercado?</p>
<p data-start="1134" data-end="1505">Além disso, é essencial que você alinhe sua ideia aos objetivos da empresa em que trabalha. Portanto, pergunte-se: como essa ideia contribui para a visão de longo prazo da companhia? Quais recursos serão necessários para desenvolvê-la? Respondendo a essas perguntas desde o início, você garantirá que sua ideia esteja bem estruturada e com um propósito claro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong> Proposta de valor clara e tangível</strong></h5>
</li>
</ol>
<p data-start="1552" data-end="1879">Antes de partir para o desenvolvimento do projeto, é importante que você tenha uma proposta de valor bem definida e fácil de comunicar para as partes interessadas. Em outras palavras, a proposta de valor é a essência do que você está oferecendo: precisa ser clara, concisa e relevante para quem vai avaliar o projeto.</p>
<p data-start="1881" data-end="2200">Com isso, uma boa proposta de valor deve destacar não apenas a inovação, mas também a viabilidade técnica e financeira do projeto. Assim, quando se trata de P&amp;D, é vital demonstrar como a ideia pode ser concretizada de forma eficiente, dentro de prazos razoáveis, e com retorno sobre investimento (ROI) claro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong> Parcerias estratégicas: conectando-se com as pessoas certas</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Os melhores projetos de P&amp;D raramente são desenvolvidos isoladamente. Parcerias estratégicas podem ser o diferencial para acelerar a execução de um projeto. Isso inclui a colaboração com universidades, startups, empresas de tecnologia e outros players do ecossistema de inovação.</p>
<p>Estabelecer uma rede de colaboração pode garantir que você tenha o suporte necessário para enfrentar desafios que surgirem no processo de desenvolvimento, além de aumentar suas chances de aprovação junto aos órgãos responsáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li>
<h5><strong> Documentação completa e precisa</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>A documentação técnica é um ponto crucial na aprovação de qualquer projeto de P&amp;D. Prepare relatórios detalhados, incluindo os resultados de pesquisas, testes preliminares, estimativas de custo e cronograma de execução. Cada etapa do projeto precisa ser bem documentada, para garantir que a equipe responsável pela avaliação entenda claramente todos os aspectos envolvidos.</p>
<p>Além disso, é importante estar atento às normativas regulatórias e padrões de qualidade exigidos pela indústria ou pelos órgãos de fomento. Cumprir todos os requisitos legais e técnicos aumentará a confiança no seu projeto e nas chances de aprovação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li>
<h5><strong> Monitoramento contínuo e ajustes dinâmicos</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>O processo de aprovação de projetos de P&amp;D pode ser dinâmico, e por isso, é importante monitorar constantemente o progresso da sua proposta. Esteja preparado para ajustar sua estratégia conforme necessário. Isso pode incluir ajustes no cronograma, no orçamento ou até mesmo na forma como a tecnologia será desenvolvida.</p>
<p>Lembre-se de que a flexibilidade é uma das características mais importantes de um bom projeto de P&amp;D. Durante o processo de aprovação, novas informações podem surgir, e você precisa estar pronto para fazer modificações que melhorem as chances de sucesso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Como a G.A.C. Brasil pode ajudar</strong></h5>
<p>Transformar ideias inovadoras em projetos aprovados exige mais do que inspiração — é preciso metodologia, experiência e apoio especializado. A G.A.C. Brasil é referência em gestão da inovação, captação de recursos e estruturação de projetos de P&amp;D, oferecendo suporte completo para empresas que desejam transformar suas ideias em resultados concretos.</p>
<p>Com uma equipe multidisciplinar e ampla expertise, a G.A.C. Brasil apoia desde a etapa de planejamento estratégico até a entrega da documentação técnica e o acompanhamento da execução. Atuamos como parceiros, conectando empresas a oportunidades reais de financiamento e desenvolvimento tecnológico.</p>
<p>Se você tem uma ideia promissora e quer garantir sua aprovação já em 2026, conte com a G.A.C. Brasil para dar o próximo passo. Fale com nossos especialistas e descubra como podemos acelerar sua jornada de inovação.</p>
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		<title>Como o MyG.A.C. simplifica a gestão da Lei do Bem em 2026</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/como-o-myg-a-c-simplifica-a-gestao-da-lei-do-bem-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Caroline RODES]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 17:00:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Lei do bem]]></category>
		<category><![CDATA[MyG.A.C.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lei do Bem (Lei nº 11.196/2005) permite que empresas inovadoras excluam da base de cálculo do IRPJ e da CSLL entre 60% e 100% dos valores investidos em P,D&#38;I, além de benefícios adicionais como redução do IPI para aquisição de equipamentos de pesquisa. Para utilizar o incentivo, a empresa deve: Estar no regime de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.group-gac.com.br/lei-do-bem">Lei do Bem</a> (Lei nº 11.196/2005) permite que empresas inovadoras excluam da base de cálculo do IRPJ e da CSLL entre 60% e 100% dos valores investidos em P,D&amp;I, além de benefícios adicionais como redução do IPI para aquisição de equipamentos de pesquisa. Para utilizar o incentivo, a empresa deve:</p>
<ol>
<li>Estar no regime de Lucro Real;</li>
<li>Apresentar lucro fiscal no ano-base;</li>
<li>Desenvolver projetos de P,D&amp;I alinhados à legislação;</li>
<li>Manter documentação técnica e contábil robusta;</li>
<li>Entregar o FormP&amp;D ao MCTI comprovando as atividades de inovação.</li>
</ol>
<p>Embora os benefícios sejam expressivos, muitas empresas ainda enfrentam desafios para organizar dados, comprovar elegibilidade de gastos e garantir compliance técnico. É nesse ponto que o MyG.A.C., plataforma da G.A.C. Brasil, transforma a gestão da Lei do Bem em um processo automatizado, seguro e estrategicamente orientado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Como o MyG.A.C. transforma a gestão da Lei do Bem</strong></h5>
<p data-start="1205" data-end="1600">O MyG.A.C. centraliza todas as informações dos projetos de inovação em um único ambiente. Dessa forma, a organização dos documentos exigidos pela lei se torna mais simples e a rastreabilidade passa a ser completa. Além disso, seus módulos inteligentes automatizam a identificação e classificação de despesas elegíveis, evitando erros comuns que reduzem ou comprometem o benefício fiscal.</p>
<p data-start="1524" data-end="1681">A plataforma também conecta equipes de P&amp;D, TI, contabilidade e finanças, o que, portanto, resulta em maior governança e na eliminação de silos internos.</p>
<p data-start="1683" data-end="1985">Para ir além, os dashboards avançados do MyG.A.C. permitem monitoramento contínuo, auditoria interna preventiva e previsões sobre impacto fiscal. Sua estrutura modular ainda garante rápida adaptação a mudanças regulatórias, como as evoluções recentes nos processos de avaliação técnica do MCTI.</p>
<h5><strong>Benefícios esperados para 2026</strong></h5>
<p>Ao adotar o MyG.A.C., empresas podem esperar:</p>
<p>&#8211; Maior aproveitamento da Lei do Bem;</p>
<p>&#8211; Extinção de erros humanos;</p>
<p>&#8211; Mais agilidade e rastreabilidade na gestão do incentivo;</p>
<p>&#8211; Governança e transparência aprimoradas;</p>
<p>&#8211; Facilidade no acompanhamento de indicadores e prestação de conta;</p>
<p>&#8211; Fortalecimento da inovação como diferencial competitivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Transformando compliance em vantagem competitiva</strong></h5>
<p data-start="2693" data-end="3080">A Lei do Bem segue como um dos pilares de fomento à inovação no Brasil. No entanto, seu aproveitamento máximo depende de processos organizados, documentação precisa e governança integrada. Por isso, o MyG.A.C. converte esse desafio em vantagem estratégica: automatiza, reduz riscos, aumenta eficiência e transforma o benefício fiscal em combustível para novos ciclos de inovação.</p>
<p data-start="2841" data-end="3007">Assim, em 2026, aderir à plataforma deixa de ser apenas uma demanda de compliance e passa a ser uma decisão inteligente rumo à excelência em inovação corporativa.</p>
<p>Saiba mais: <a href="https://www.mygac.com.br/">G.A.C. Group | MyG.A.C.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.group-gac.com.br/como-o-myg-a-c-simplifica-a-gestao-da-lei-do-bem-em-2026/">Como o MyG.A.C. simplifica a gestão da Lei do Bem em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.group-gac.com.br">G.A.C. Brasil</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fomentando a Inovação: como garantir os recursos necessários</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/fomentando-a-inovacao-como-garantir-os-recursos-necessarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Caroline RODES]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 17:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transformar boas ideias em soluções concretas requer mais do que criatividade e visão estratégica: é preciso garantir os recursos certos, no momento certo. Além disso, envolve a criação de um ecossistema propício que inclui cultura organizacional voltada para a experimentação, liderança engajada, gestão da inovação e estratégias de captação de recursos. Por isso, neste artigo, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Transformar boas ideias em soluções concretas requer mais do que criatividade e visão estratégica: é preciso garantir os recursos certos, no momento certo. Além disso, envolve a criação de um ecossistema propício que inclui cultura organizacional voltada para a experimentação, liderança engajada, gestão da inovação e estratégias de captação de recursos.</p>
<p>Por isso, neste artigo, mostraremos como é possível estruturar a captação de recursos para inovação de forma inteligente, aproveitando mecanismos de incentivo, editais e parcerias para impulsionar projetos que realmente geram valor.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h5><strong>Fontes de recursos para inovação</strong></h5>
<ol>
<li><strong> Incentivos Fiscais</strong></li>
</ol>
<p>No Brasil, mecanismos de incentivo fiscal representam uma das formas mais eficazes de viabilizar projetos de inovação.</p>
<ul>
<li>A <strong>Lei do Bem</strong> permite deduções fiscais para empresas que investem em P&amp;D.</li>
<li>A <strong>Lei de Informática</strong> reduz o IPI em troca de investimentos tecnológicos locais.</li>
<li>O <strong>Programa Mover</strong> incentiva a indústria automotiva a desenvolver soluções sustentáveis com contrapartidas em inovação.</li>
</ul>
<p>A correta aplicação desses instrumentos requer planejamento estratégico, conformidade legal e acompanhamento especializado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong> Financiamento</strong></li>
</ol>
<p>Agências como FINEP, BNDES, EMBRAPII e Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) oferecem linhas de crédito, subvenção e auxílio à inovação. Assim, monitorar editais e preparar projetos alinhados às exigências é essencial para o sucesso na captação.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h5><strong>Como garantir o acesso a recursos</strong></h5>
<p><strong>Estruturação de Projetos</strong></p>
<p>Para transformar boas ideias em soluções inovadoras, é essencial que as empresas estruturem seus projetos de forma estratégica. Nesse sentido, isso inclui definir um escopo bem delimitado, estabelecer metas mensuráveis, elaborar um cronograma realista e detalhar o orçamento. Desse modo, uma boa estruturação aumenta consideravelmente a atratividade dos projetos perante financiadores e parceiros.</p>
<p>Além disso, a governança desempenha um papel fundamental nesse processo. Manter processos bem documentados, com rastreabilidade e indicadores de desempenho claros, é requisito para garantir o acesso e a continuidade no uso de recursos públicos e privados.</p>
<p>Nesse contexto, o apoio de consultorias especializadas pode ser um diferencial decisivo. Empresas com expertise em gestão de incentivos fiscais, elaboração de projetos para editais e prestação de contas agregam valor por meio da identificação de oportunidades aderentes ao perfil da organização, aumentando as chances de sucesso nas iniciativas de inovação.</p>
<p>Garantir os recursos para fomentar a inovação é um desafio que exige planejamento, conhecimento e conexões estratégicas. Ao investir em um ecossistema inovador e contar com o suporte adequado, é possível potencializar resultados, gerar valor e manter a competitividade no mercado.</p>
<p><strong>Quer saber como a G.A.C. Brasil pode ajudar sua empresa a inovar com eficiência? Entre em contato conosco e descubra as oportunidades ideais para o seu negócio.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vinte anos de Lei do Bem: o motor da inovação brasileira</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/vinte-anos-de-lei-do-bem-o-motor-da-inovacao-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Caroline RODES]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 13:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[GACbrasil]]></category>
		<category><![CDATA[GACGroup]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2005, o Brasil deu um passo decisivo ao criar a Lei do Bem, um marco de políticas públicas para estimular a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação (P,D&#38;I) no setor privado. Duas décadas depois, os números mostram que a Lei do Bem é mais que um mecanismo tributário: tornou-se motor de competitividade e crescimento. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2005, o Brasil deu um passo decisivo ao criar a <a href="https://www.group-gac.com.br/ebookleidobem/" target="_blank" rel="noopener">Lei do Bem</a>, um marco de políticas públicas para estimular a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação (P,D&amp;I) no setor privado. Duas décadas depois, os números mostram que a Lei do Bem é mais que um mecanismo tributário: tornou-se motor de competitividade e crescimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>20 anos transformando investimento em inovação</strong></h5>
<p>Desde a criação da Lei do Bem, já foram desenvolvidos mais de <strong>20 mil produtos e inovações</strong> apoiados pelos incentivos fiscais. Isso significa que, ano após ano, empresas brasileiras deixaram de tratar P&amp;D como custo e passaram a enxergá-lo como <strong>investimento estratégico</strong>.</p>
<p>Somente no ano-base de <strong>2023</strong>, a Lei do Bem beneficiou <strong>3.878 empresas</strong>, que investiram aproximadamente <strong>R$ 42 bilhões</strong> em atividades de P,D&amp;I, com uma <strong>renúncia fiscal próxima de R$ 10 bilhões</strong>. Em outras palavras, cada real renunciado pelo governo gerou múltiplos reais em inovação, novos produtos, processos mais eficientes e empregos qualificados.</p>
<p>Nos últimos dez anos, analisados pelo <a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br">MCTI</a> (2014-2023) o impacto acumulado é ainda mais expressivo:</p>
<ul>
<li><strong>118.593 projetos de P&amp;D</strong> aprovados;</li>
<li>Cerca de <strong>R$ 186,7 bilhões</strong> investidos em P,D&amp;I;</li>
<li>Aproximadamente <strong>R$ 41,2 bilhões</strong> em renúncia fiscal às empresas.</li>
</ul>
<p>Dessa forma, trata-se de um ciclo virtuoso: o governo abre mão de parte da arrecadação hoje para fortalecer a base produtiva, tecnológica e competitiva do país amanhã.</p>
<p>Do ponto de vista empresarial, a matemática é direta. A<strong> cada R$ 100 investidos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, a empresa pode obter de R$ 20 a R$ 34 </strong><strong>de abatimento fiscal</strong>. Ou seja, a Lei do Bem melhora o retorno financeiro dos projetos de inovação, reduz o risco percebido e viabiliza iniciativas que, sem o incentivo, muitas vezes não sairiam do papel.</p>
<p>Por isso, a Lei do Bem funciona como um <strong>acelerador da jornada da inovação</strong>, ajudando a transformar intenção de inovar em projeto concreto de P&amp;D, com orçamento aprovado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Um Brasil que inova – com forte concentração regional</strong></h5>
<p>Os dados também mostram como a Lei do Bem permeia o território nacional, ainda que de forma desigual:</p>
<ul>
<li><strong>Sudeste</strong>: 7.853 projetos e mais de <strong>R$ 30,6 bilhões</strong> investidos;</li>
<li><strong>Sul</strong>: 4.641 projetos e mais de <strong>R$ 7 bilhões</strong>;</li>
<li><strong>Nordeste</strong>: 513 projetos e cerca de <strong>R$ 1,2 bilhão</strong>;</li>
<li><strong>Centro-Oeste</strong>: 396 projetos e mais de <strong>R$ 1,9 bilhão</strong>;</li>
<li><strong>Norte</strong>: 235 projetos e aproximadamente <strong>R$ 1 bilhão</strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa distribuição revela duas faces importantes:</p>
<ol>
<li><strong>Força dos polos tradicionais de inovação</strong> (Sudeste e Sul), que concentram grande parte da base industrial e tecnológica do país.</li>
<li><strong>Enorme potencial de expansão</strong> nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, onde ainda há espaço para atrair mais empresas ao uso da Lei do Bem, conectando inovação a vocações regionais (agronegócio, energia, bioeconomia, minerais críticos, entre outros).</li>
</ol>
<p>Ampliar o uso da Lei do Bem nessas regiões significa <strong>reduzir assimetrias</strong>, criar novos polos tecnológicos e levar desenvolvimento econômico e social para além dos grandes centros.</p>
<p>Embora os resultados sejam expressivos, a Lei do Bem ainda está longe de atingir todo o seu potencial. Estima-se que <strong>cerca de 40 mil empresas</strong> teriam condições de aproveitar o benefício, mas apenas uma fração delas de fato o utiliza.</p>
<p>Muitas empresas inovam na prática, mas não organizam seus projetos de forma a comprovar essa inovação para fins da Lei do Bem – e acabam deixando dinheiro na mesa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Por que a Lei do Bem é estratégica para o crescimento do país</strong></h5>
<p>Ao completar 20 anos, a Lei do Bem se consolida como um dos principais instrumentos de incentivo à inovação do Brasil, com impacto direto em:</p>
<ul>
<li><strong>Aumento da competitividade</strong> das empresas brasileiras em cadeias globais;</li>
<li><strong>Modernização da indústria</strong>, com adoção de novas tecnologias;</li>
<li><strong>Geração de empregos qualificados</strong>, especialmente em áreas de engenharia, TI e P&amp;D;</li>
<li><strong>Incremento de produtividade</strong>, fundamental para o crescimento econômico sustentável;</li>
<li><strong>Fortalecimento do ecossistema de inovação</strong>, conectando empresas, universidades, ICTs e governo.</li>
</ul>
<p>Portanto, mais do que um benefício tributário, a Lei do Bem é um <strong>pilar de política industrial e tecnológica</strong>. Em um cenário de transformação acelerada pela digitalização, pela transição energética e pela economia de baixo carbono, o país que não investir pesado em inovação ficará para trás.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Próximos 20 anos: de instrumento a hábito</strong></h5>
<p>O desafio para os próximos anos é fazer com que a Lei do Bem deixe de ser vista como algo “complexo demais” ou restrito a grandes corporações e se torne <strong>rotina na estratégia de empresas inovadoras</strong>, inclusive de médio porte.</p>
<p>Isso passa por:</p>
<ul>
<li>Difusão de conhecimento sobre o instrumento;</li>
<li>Qualificação de times internos (P&amp;D, fiscal, contábil);</li>
<li>Apoio de consultorias especializadas e entidades setoriais;</li>
<li>Integração com outras políticas públicas de P&amp;D e inovação.</li>
</ul>
<p>Se o Brasil quer crescer de forma sustentável, aumentar sua produtividade e competir em segmentos de valor agregado, precisa transformar a inovação em política de Estado – e a Lei do Bem é uma engrenagem central desse movimento.</p>
<p>Ao completar seus 20 anos, a mensagem é clara: <strong>a Lei do Bem não é apenas uma oportunidade de economia fiscal; é uma alavanca de transformação para empresas e para o país.</strong> Quanto mais o setor produtivo a utilizar, mais inovadora, competitiva e próspera será a economia brasileira.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Inovação Aberta: colaboração como motor da vantagem competitiva</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/inovacao-aberta-colaboracao-como-motor-da-vantagem-competitiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Caroline RODES]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 17:00:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No contexto atual — onde mudanças são rápidas, as barreiras caem e o conhecimento se espalha — empresas que compreendem o poder da colaboração, saem na frente. Além disso, quando uma organização se abre para ideias, tecnologias e parcerias externas, ela cria um ecossistema que pode transformar seu desempenho. Dessa forma, neste artigo, exploraremos como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No contexto atual — onde mudanças são rápidas, as barreiras caem e o conhecimento se espalha — empresas que compreendem o poder da colaboração, saem na frente. Além disso, quando uma organização se abre para ideias, tecnologias e parcerias externas, ela cria um ecossistema que pode transformar seu desempenho.</p>
<p>Dessa forma, neste artigo, exploraremos como a Inovação Aberta gera vantagem competitiva e o que sua empresa precisa para implementar esse modelo de forma eficaz.</p>
<h5><strong>Por que colaborar gera vantagem estratégica</strong></h5>
<p>Quando uma empresa adota práticas de Inovação Aberta, abre portas para ganhos que vão muito além da simples busca por “algo novo”. Nesse sentido, essa abertura cria caminhos que ampliam a capacidade de adaptação e aceleram o aprendizado organizacional.</p>
<h5>Veja, a seguir, os principais benefícios:</h5>
<ul>
<li><strong>Aceleração do ciclo de inovação</strong>: ao integrar ideias externas — de startups, universidades ou parceiros — e combinar com recursos internos, os projetos de P&amp;D ganham velocidade.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Acesso ampliado a conhecimento e tecnologia</strong>: em vez de depender apenas da própria equipe ou laboratório, a empresa mobiliza um “time estendido” com diferentes expertises, visões e abordagens.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Redução de custos e mitigação de riscos</strong>: compartilhar o esforço de inovação ou licenciar tecnologia externa pode diminuir o investimento necessário e diluir parte do risco.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Mais adaptabilidade ao mercado</strong>: em ambientes incertos, quem está inserido em redes de colaboração consegue ter respostas mais rápidas, insights mais variados e ajustar-se melhor às mudanças.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Novos modelos de negócio e receitas</strong>: inovação aberta também significa explorar como suas próprias tecnologias ou ativos internos podem ser transferidos para o mercado — licenciamento, spin‑offs ou parcerias — gerando novas fontes de valor.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Fortalecimento de marca e ecossistema</strong>: ao participar ativamente de ecossistemas — com parceiros, clientes, academia — a empresa se posiciona como um protagonista inovador, atraindo mais oportunidades e elevando sua reputação.</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p>Em síntese, em um cenário onde velocidade, adaptabilidade e inovação definem os líderes de mercado, adotar práticas de Inovação Aberta se torna um diferencial estratégico indispensável. Ao mesmo tempo, ao romper com modelos fechados e investir em colaboração, as empresas não apenas aceleram seus processos e reduzem custos, mas também ampliam sua capacidade de gerar valor, explorando novas fontes de receita e fortalecendo sua presença nos ecossistemas de inovação.</p>
<p>Assim, mais do que uma tendência, a Inovação Aberta é um caminho consistente para construir vantagem competitiva sustentável em um mundo em constante transformação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Como transformar colaboração em prática diária</strong></h5>
<p>Ter consciência dos benefícios é ótimo — fazer acontecer é o desafio. Por isso, a seguir, disponibilizamos um caminho estruturado para colocar a Inovação Aberta em ação:</p>
<p><strong>1. Mapeamento do ecossistema relevante      </strong></p>
<p>Identifique os atores externos que podem contribuir — startups, centros de pesquisa, universidades, fornecedores, clientes, até concorrentes. Além disso, entenda onde há lacunas de conhecimento que podem ser preenchidas com colaboração.</p>
<p><strong>2. Definição clara de objetivos e modelo de interação     </strong></p>
<p>É essencial saber se você busca trazer ideias de fora para dentro (“outside‑in”), levar tecnologias internas para o mercado (“inside‑out”) ou combinar os dois. Assim, essa clareza orienta processos, métricas e governança.</p>
<p><strong>3. Estabelecimento de processos e governança colaborativa   </strong></p>
<p>Colaboração requer estrutura: canais de comunicação, contratos de propriedade intelectual, definição de métricas, modelos de incentivo para parceiros e para uso interno. Dessa forma, o ambiente se torna mais seguro e previsível.</p>
<p><strong>4. Cultura interna vibrante e aberta      </strong></p>
<p>Mesmo com os melhores processos, se o mindset da organização for o de “trabalhar isolado”, o valor da inovação aberta se perde. Portanto, promova uma cultura de abertura, curiosidade, tolerância ao erro e vontade de conectar‑se com o externo.</p>
<p><strong>5. Medição, aprendizado e ajustamento constante   </strong></p>
<p>Institua indicadores como tempo para lançamento, número de parcerias ativas, volume de ideias externas aproveitadas, novo faturamento derivado de colaborações. Use os resultados para refinar o programa.</p>
<p><strong>6. Integração com a estratégia de negócio      </strong></p>
<p>A Inovação Aberta deve estar alinhada à visão e ao modelo de negócios. Somente assim ela gera impacto real e sustentável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5 data-start="3796" data-end="3840"><strong data-start="3798" data-end="3840">Transformando colaboração em resultado</strong></h5>
<p data-start="4933" data-end="5497">Em resumo, transformar a colaboração em prática diária exige mais do que boas intenções — requer estrutura, clareza estratégica e, acima de tudo, uma cultura verdadeiramente aberta à conexão com o ecossistema externo. Quando esses elementos se combinam, a Inovação Aberta deixa de ser uma iniciativa isolada e passa a integrar o DNA da empresa, impulsionando resultados tangíveis e sustentáveis. Desse modo, ao seguir um caminho estruturado, é possível capturar valor real da colaboração e posicionar sua organização como referência em inovação no mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Como a G.A.C. Brasil pode ajudar</strong></h5>
<p>Na G.A.C. Brasil, possuímos a expertise para transformar o conceito de Inovação Aberta em resultados concretos para sua empresa. Nosso suporte inclui:</p>
<ul>
<li>Avaliação da maturidade em inovação e mapeamento de ecossistemas de colaboração relevantes.</li>
<li>Estruturação de estratégia personalizada para Inovação Aberta, conectando‑se ao seu plano de negócio.</li>
<li>Facilitação de parcerias com startups, universidades, centros de pesquisa e outros atores externos.</li>
<li>Implantação de governança, processos, indicadores e modelos de cooperação eficazes.</li>
<li>Monitoramento contínuo dos resultados e apoio para escalonamento, ajustando o percurso conforme surgem aprendizados.</li>
</ul>
<p>Se você está pronto para transformar colaboração em vantagem competitiva e se destacar no cenário de inovação, a G.A.C. Brasil está preparada para acompanhar essa jornada com você.</p>
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